Mensagem para o Dia Mundial das Comunicalções Sociais


Juiz de Fora, 17 de Maio de 2015

Amados irmãos, Graça e Paz da parte do Senhor Jesus!

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1, 14)

                Vivemos em um mundo marcado por uma constante troca de informações. A todos os momentos e por todos os lados somos bombardeados por conteúdos; vivemos num constante processo de comunicação dando assim a liberdade de sermos ousados e afirmar que vivemos numa ‘sociedade da comunicação’.

                O processo de comunicação consiste no cerne de nossa caminhada cristã. O Cristo em toda a sua divindade ao assumir a nossa condição humana no processo de encarnação do Verbo se auto comunica à humanidade. E nesse processo da revelação que conhecemos o Cristo que é o caminho direto para o Pai. No processo de comunicação, o Verbo é a Palavra viva que gera ação e conduz toda a nossa vida cristã, nos indicando o caminho de seu Reino de Amor e Fraternidade. Assim, conhecendo o Verbo encarnado, somos convidados anunciar o seu Reino, comunicar a nossa fé. “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15).

                O chamado ao anuncio do Cristo é parte integral e essencial de todo aquele que busca viver a sua fé de forma viva e eficaz. O seguimento de Jesus passa por um processo de experiência íntima e transformadora que gera em nós um ardente desejo de comunicar a boa nova da Salvação. 

                É nesse contexto que celebramos neste dia 17 de maio de 2015 o 49º Dia Mundial das Comunicações, com o tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”. O Santo Padre, Papa Francisco, nos exorta a olharmos com carinho as nossas famílias e percebermos que ali temos um pleno ambiente de comunicação. É na relação íntima do ambiente familiar que vemos os primeiros passos dos novos cristãos e seu primeiro contato com a boa nova através do testemunho de seus pais e parentes. “Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros” (Papa Francisco, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 17/05/2015).

                Comunicação é relação. O ato de relacionar-se com o outro é um processo comunicativo. Assim, dentro mesmo da própria Trindade temos o Pai, o Filho e o Espirito Santo que se relacionam intimamente; existe entre eles um processo de amor e comunicação. Da mesma forma, acontece nas famílias, nas quais a relação amorosa existente entre seus membros gera a comunicação da boa nova.

O ambiente familiar propicia aos seus membros um ímpeto de saída em pról do anuncio do reino. Somos convidados a testemunhar todo esse amor divino que nos foi apresentado no ventre de nossas famílias a todo o mundo: “A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias” (Papa Francisco, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 17/05/2015).

                A Família é o seio da comunicação cristã, onde o amor mais sincero faz gerar nos corações o desejo pela vivência concreta do Cristianismo. Assim sendo, vemos que apesar dos grandes benefícios trazidos a nós, os meios de comunicação social podem interferir diretamente nesse processo de comunicação puro que é o seio familiar. Diz-nos o Santo Padre: “Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum” (Papa Francisco, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 17/05/2015).

                Nós, enquanto seminaristas, também somos convidados a anunciar o Cristo. No seio de nossas famílias aprendemos os primeiros passos na fé, juntamente das primeiras sementes da vocação lançadas em nossos corações, por meio de tantos exemplos vivos de santidade. Nossos seminários também constituem um ambiente familiar, onde irmãos unidos caminham rumo a santidade. 

                Assim, irmãos, somos convidados a ser muito mais do que meros produtores / consumidores de conteúdo, mas sim fiéis anunciadores da Palavra de Deus a qual está presente de forma viva e eficaz em nossas famílias. Somos vocacionados ao anúncio do Reino, do Amor e da Justiça. Anunciadores das Famílias que não consistem apenas numa instituição em crise como dizem muitos, mas sim um terreno fértil para um mundo melhor, o ambiente no qual podem frutificar as sementes do Reino de Deus.   
        
                 Unamo-nos neste dia em oração por nossos comunicadores, em especial pelas famílias, para que possam, acima de todas as coisas, anunciar a Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e assim buscarmos sempre o seu Reino e sua Justiça.

Um forte abraço a todos, unidos na Oração.
Edson José Ribeiro Ferreira
Comissão para a Comunicação

Novena de Pentecostes



Rio Bonito, 15 de Maio de 2015.

Amado irmão, a paz de Jesus Sacerdote esteja contigo!
Sobre nós hoje existe uma ordem, uma promessa e um desejo do Senhor: “Não vos
afasteis de Jerusalém, mas esperai a realização da promessa do Pai, da qual me ouvistes falar,
quando eu disse: João batizou com água; vós, porém, dentro de poucos dias sereis batizados
com o Espírito. ” (At 1, 4)

Ouvimos e rezamos com a Igreja a oração conclusiva das Vésperas, da segunda –feira,
5º Semana do Tempo Pascal que diz: “Ó Deus, que unis os corações dos fiéis num só desejo, dai
ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que na instabilidade deste
mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. ”

Sim, irmão! Somos chamados a amar a ordem do Senhor, a esperar o que Ele prometeu
e a fixar o nosso coração onde encontraremos as verdadeiras alegrias! Hoje o Espírito e a esposa
estão dizendo vem! (Ap  22, 17). Diga você também: Vem! Vem, Senhor Ressuscitado, com o

Há mais de dois mil anos, o Senhor pedia aos Seus apóstolos para permanecerem à
espera do Paráclito. E este pedido do Senhor ecoa até os dias de hoje, pois o Espírito Santo é o
Senhor que dá a Vida! E nunca foi tão urgente e necessário invocarmos e esperarmos a Sua
Presença em nosso meio. Por isso, juntamente com a Igreja que diz: “Decretamos, portanto, e
ordenamos que em todo orbe católico, no corrente ano e em todos os anos subsequentes, se
celebre a Novena pública antes de Pentecostes...” (Cf. Provida Matris Charitate, Papa Leão
XIII); “A tua única necessidade é o Espírito Santo.” (Papa Paulo VI); “O Espírito Santo é a tua
vida e tu não podes fazer nada de bom sem Ele” (Beata Elena Guerra); “Precisamos de um
Novo Pentecostes.” (Aparecida); retornemos ao Cenáculo e não percamos tempo: invoquemos
de maneira Nova e única o Dom de Deus.

Neste período de oração, a Igreja abre os seus tesouros de Graça, e concede aqueles que
“assistirem à dita Novena e orarem devotamente na intenção do Papa, uma indulgência para
cada dia, uma indulgência plenária num dia qualquer dos mencionados, ou na Festa mesma de
Pentecostes, sob condição de terem recebido devidamente os sacramentos da Penitência e da
Sagrada Comunhão e orarem com devoção, segundo a referida intenção do Papa” (Cf Divinum
Illud Munus, Papa Leão XIII, n.34). Abramo-nos a esta Graça!

Ele, o Espírito Santo, quer continuar a trabalhar em ti, “pois o desejo pela tua perfeição
é Sua predileta ocupação” (Beata Elena Guerra). Por isso, obedeçamos ao Senhor, esperemos o
que Ele prometeu e vivenciemos nestes dias o que Ele desejou e deseja: encontrar a terra
incendiada pelo Fogo de Seu Amor!

“Abertos ao Novo de Deus” (Papa Francisco), repitamos incessantemente: “Enviai o
Vosso Espírito Senhor e tudo será criado!” (Sl 103).
Unidos pelo Novo Pentecostes!

Vosso irmão menor,
André Luiz, FSC

Carta por ocasião da Páscoa




Brasília, 07 de Abril de 2015

Aleluia! Cristo ressuscitou verdadeiramente! Aleluia!

Amados irmãos, que a paz e a graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja conosco!
Há tanta alegria em cantar: Aleluia e Glória a Deus! Jesus Ressuscitou! Venceu a morte e nos libertou! Devemos entoar cânticos de louvor pela salvação dada a cada um de nós, sem termos merecimento nenhum, através da graça de sermos amados por Deus até o extremo. O Senhor ressurgiu e demonstra uma vida nova. “Como Cristo morreu, morremos para o pecado; como Cristo ressuscitou, podemos caminhar em novidade de vida. Cristo ressuscitou para nossa justificação, isto é, para causá-la, e não só para mostrá-la.”(Raniero Cantalamessa no livro O Mistério da Páscoa). O Senhor dá e mostra a vida nova, não de forma totalmente “gratuita”, mas quis ter a nossa colaboração. Uma vez escutei que mesmo a salvação sendo individual, precisamos dos outros para alcançá-la, não como objetos, mas como auxílio mútuo. O que dificulta nessa busca são os nossos pecados.

A conversão é a mudança do caminho do pecado para o caminho do Ressuscitado, e esse trajeto é Pascoa, é vida nova, é alegria verdadeira. Não foi à toa que Jesus disse que há maior alegria no céu por um só pecador que se converte (cf. Lc 15,7). Aprender com Jesus, colaborar com Ele, converter o coração, tudo isso me faz feliz porque me torno amigo de Jesus. A conversão é um percurso longo com Jesus, onde Ele, vivo e ressuscitado, caminha conosco querendo nos escutar nas nossas aflições, sofrimentos e angústias. O Ressuscitado se apresenta nas Escrituras e na Eucaristia, e nos explica Seus mistérios. Às vezes, precisa puxar a nossa orelha para que não voltemos à vida velha. Nós somos os discípulos de Emaús (cf. Lc 24,13-35) que vivem querendo voltar atrás, mas o Senhor toma a iniciativa de nos alcançar e se apresentar vivo e ressuscitado. Foi-nos dito no Renasem da Ressurreição que quem recebeu o Batismo no Espírito não volta atrás, não quer mais a vida velha, que o homem velho foi crucificado com Cristo!

Com a crucificação do homem velho, temos vida nova: a vida no Espírito. “Se vivemos pelo Espírito, andemos também de acordo com o Espírito” (Gl 5,25). Viver no Espírito é carregar a cruz do reconhecimento das próprias misérias, e mesmo se reconhecendo incapaz, deixar-se conduzir pelo mesmo Espírito. É cruz porque dói reconhecer os erros, dói perceber-se como um invejoso dos dons dos irmãos; é doloroso reconhecer-se no fariseu e não no publicano (cf. Lc 18,9-14); é triste ter o desejo de buscar as coisas do alto em primeiro lugar e se deparar com a vaidade e outros desejos que não condizem com o plano de Deus; é vergonhoso dizer uma coisa e viver outra. Pedro foi um exemplo dessa incongruência, pois após a oração dos Salmos (como nós seminaristas) desejou com todo o coração morrer com Jesus e nunca negá-Lo, e a atitude tomada foi contrária a esta (cf. Mt 26,30-35.69-75). Muitos de nós ainda não tem dimensão da Cruz. Primeiramente, porque é uma experiência particular, pois cada um tem a sua para carregar; segundo, porque conheceremos a Cruz à medida que nos deixarmos ser tocados pelo Crucificado. As nossas chagas devem ser vistas por Jesus, para isso é necessária a abertura do coração para Ele. O Senhor sabe o que temos no coração, mas Ele fica à espera, pois só entra e senta à mesa conosco se abrirmos a porta (cf. Ap 3,20).

Eu estou vivendo essa experiência durante esses tempos… A partir do momento que disse ao Senhor que meu desejo era fazer a vontade d’Ele, em resposta fui "iluminado" pelo Senhor, ou seja, comecei a identificar os meus maiores defeitos. Nada fica escondido diante do Senhor. A cada momento percebo o quanto sou indigno de ter sido chamado pelo Senhor à vocação sacerdotal, e também por ter me colocado à frente desse ministério. Reconhecendo minhas fraquezas, percebo que nem sempre consigo me dedicar suficientemente para corresponder ao chamado. Todo dia preciso ressuscitar, e para ressuscitar é necessário morrer: “Se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto” (Jo 12,24). Mas quão é difícil morrer para a minha vontade, morrer para a vida velha, morrer para alcançar a vida nova! Digo que esse está sendo um tempo de conhecer o Senhor e de autoconhecimento.

O que me alegra é que o Senhor continua a chamar: “vou fazer de ti a luz das nações, para propagar minha salvação até os confins do mundo” (Is 49,6b). O Senhor confirma o chamado a cada Missa, a cada pastoral, a cada semestre, a cada Quinta-Feira Santa. Conhecendo mais e mais Jesus, teremos a graça de, sempre com mais veemência e intimidade, como Maria Madalena, anunciar a todos os cantos: “Eu vi o Senhor!” (Jo 20,18). Ela não só deu uma notícia, mas anunciou alegremente que encontrou o “Rabuni”, o “Meu Mestre”. E cada um de nós é chamado a anunciar como ela: "Eu vi o Senhor"!, vi Aquele que me livrou do pecado, Aquele que me deu vida nova, Aquele que me chamou a seguir de forma livre e verdadeicá, Aquele que venceu a morte por mim e por todos!

Por isso, em nome de Jesus Ressuscitado, peço que não desistam! O Senhor nos chama à santidade e para isso precisamos nos levantar! Como nos diz São João Paulo II: “Santo não é aquele que não cai, santo é aquele que mesmo caindo não desiste de levantar”. Peça a vida nova! Peça a ressurreição! Peçamos e confiemos no Senhor e em Suas promessas, pois quando promete, cumpre: “eis que vou fazer uma obra nova, a qual já surge: não a vedes?” (Is 43,19). A obra nova já começou! “Reanima, pois, o teu zelo e arrepende-te” (Ap 3,19b).

Enfim, ficou claro que, como a música-tema do Renasem deste ano, é necessário ser “Renasem” e renascer todos os dias, renovando o sim. O Senhor te chama HOJE a ser santo. O ser padre é depois. Primeiramente, busque fazer a vontade de Deus hoje, e amanhã e depois, e a cada dia. Assim, ressuscitando com Jesus, o fraco confundirá os fortes, não por suas capacidades, mas por deixar que o Senhor aja por meio dele de forma cada vez mais livre e doada.

Que Nossa Senhora Aparecida possa nos dar a graça da perseverança em estar com o Senhor, escolhendo a melhor parte, a fim de sermos instrumentos cada vez mais afiados nas mãos d’Ele.

Fraternalmente,


Thaisson da Silva Santarém
Seminarista da Arquidiocese de Brasília
Coordenador Nacional do Ministério para Seminaristas – RCC Brasil

Intercessão Profética

Rio Bonito, 12 de Março de 2015.
Amados irmãos, Veni Sancte Spiritus!
Anuncio-vos uma grande alegria. Que hoje é o dia da Graça para nós! O céu está aberto a nosso favor! Pois hoje celebramos um ano e dois meses que ofertamos a Deus, o nosso irmão Luiz Gustavo, dia em que ele próprio se ofertou a Deus. “Me sacrifico por causa de outros por um bem maior”. Dia em que Deus aceitou a nossa oferta, a oferta do Luiz e a transformou em uma grande Colheita (Pentecostes)
Sim irmão, como rezava a beata Elena Guerra, à apóstola do Espírito Santo, também somos convidados a rezar: “Pentecostes é hoje!” A colheita é hoje! Neste dia, quis Deus inaugurar para todo Ministério para Seminaristas da RCC Brasil, uma Nova Primavera. Tempo de Novos Frutos e de Novas Colheitas. Tempo em que o Senhor, escutou a oração dos Bispos em Aparecida: “Precisamos de um Novo Pentecostes.” Escutou a oração da venerável Conchita: “dai-nos sacerdotes santos pelo Espírito Santo.”
Eis que Pentecostes chegou, o Céu está aberto! A vida de Deus Se derrama em nossas almas forjando-nos e configura-nos a Cristo. Por isso convidamos a você coordenador Nacional, a você coordenador Estadual e a todos de nosso Ministério para Seminaristas que se dediquem em oração pelo nosso Ministério. “O Espírito e a esposa dizem: Vem! Aquele que ouve também diga: Vem!” (Ap 22, 17)
A cada Mês, iremos no dia 12, elevar um grande clamor ao Espírito Santo, pelo nosso Ministério, por toda Igreja. Convidamos você a fazer neste dia, uma intercessão profética, pois “o Senhor não faz nada sem revelar seus segredos para seus servos, os profetas.” (Am 3,7) Coloquemo-nos na presença de Deus, da maneira em que Ele nos inspirar e segundo as nossas possibilidades. Escutemos a Ele e a medida de nossa escuta, respondemos, com a nossa oração de intercessão.
Assim, propomos na certeza, que este dia será para nós um dia de unidade e santidade, dia de alegria e de festa, pois um dos nossos foi ofertado. Dia de escuta e clamor. Por isso una-se a nós, e deixemos Deus ser Deus, em nosso Ministério, em nossas casas formativas, na RCC Brasil e dentro de cada um de nós, pois como disse o Papa Francisco: “Ele é o nosso Chefe!”
Unidos pelo “reinado do Espírito nas almas sacerdotais!” (Venerável Conchita)
Teu servo e irmão menor,

Sem. André Luiz, FSC
Coordenador da Comissão Nacional de Intercessão
Ministério para Seminaristas - RCC Brasil