Retiro para Seminaristas do Nordeste


Aconteceu de 12 a 16 de julho, em Caruaru, o Retiro para Seminaristas do Nordeste - Nordestão. Veja a partilha:

"Nós cremos e reconhecemos que És o Santo de Deus" (Jo 6,69)
Pregador: Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Auxiliar de Aracaju

Há poucos dias tivemos a graça de participar de mais um RENASEM. Lá pudemos rezar, claro, também por todo o Ministério. O nosso irmão Fagnê (rezem por ele) e todo o povo de PE estão de parabéns!!!!

Entretanto, não foi mais um. Foi O RENASEM. O Dom Henrique, com inteligência e espiritualidade peculiares, conduziu-nos a Deus e fez-nos experienciar um fogo em noss'alma. Fogo de amor à vocação à qual Deus nos chamou (ao sacerdócio, portanto), um fogo purificador de ideologias, um fogo de conversão, de entrega a Deus de nós mesmos, sem os "mas", "porém", "contudo", "todavia", "entretanto", "no entanto", "só se", que muitas vezes erguemos e, sem que muitas vezes percebamos, tornam-se verdadeiras, grandes e pesadas barreiras dentro e fora de nós...

Este foi o RENASEM DO LOUVOR E DA POBREZA. Deus, no Retiro da Coordenação dizia que termos o tudo, a riqueza, que É ELe, seria preciso experienciar o nada e a pobreza. E as palestras do Dom Henrique nos conduziram todas a Cristo Crucificado, à conversão a Ele, à renúncia de tudo e de nós mesmos, para sermos todos d'Ele. Que amor apaixonado pudemos perceber na face e nos gestos no nosso Pregador. Que amor apaixonado, capaz de tudo por Aquele que é obejto desse amor, foi esse que nos inflamou e reorientou nossas escolhas e opções, que nos libertou da visão do sacerdócio muitas vezes criadas falsamente por nós mesmos e/ou por outros.

Dom Henrique dizia (e ainda ressoa): "Nós morreremos para que outros vivam! Para nós a morte, para eles - as ovelhas - a vida!" "Somos homens feridos e o seremos até o fim da vida. Tá carente? Abrace a cruz!".

Quantos irmãos tocados, transformados, "destruídos" para que o novo de Deus possa surgir, tanto em relação à vocação como à RCC. Bendito seja Deus!

Para quem quis (e quer), tudo o que vivemos não será experiência emotiva e sem compromisso, muito menos algo do passado, mas um "hoje vivo", que leve a nossa vontade a uma firmeza, honestidade, sincera e "violenta", (própria do Reino de Deus), a aderir ao novo de Deus em nós.